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BIOGRAFIA

Michel Capeletti é bailarino, coreógrafo, gestor, ator formado em atuação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e professor de Técnica Alexander formado pela Escuela de Técnica Alexander de Buenos Aires (ETABA e reside entre Porto Alegre e Buenos Aires. Possui vínculos de trabalho no Brasil e na Argentina há treze anos, promovendo a circulação de espetáculos e facilitando intercâmbios artísticos entre os dois países.

Atua como professor convidado para oficinas, palestras e intercâmbios na Universidade Federal de Santa Maria desde 2013 até a atualidade. Também desempenhou a mesma função na Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) e na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Na Argentina, trabalhou no departamento de movimento da UNA (Universidad Nacional de las Artes) e da UNSAM (Universidad Nacional de San Martín) como professor visitante.

Em sua produção mais recente, se destaca como coreógrafo do filme "XXI" do artista Luis Roque. Este trabalho foi selecionado para representar o Brasil na Bienal de Arte de Veneza (2022). Apresentou seu mais recente trabalho, "Vi lo que había visto antes" (2021 até a atualidade), nos festivais "Futurxs" do Centro Cultural de la Memoria Haroldo Conti e "Danza en Tecnópolis". Além disso, atuou como intérprete na obra "Manada" de Julieta Grumberg, é coprodutor de "Abrazo en el incendio" e "Lágrimas de Kersosén", em colaboração com Federice Moreno Vieyra. Também co-dirige, com a coreógrafa Maria Kuhmichel, o espetáculo "Colosa" (2023).

Seu trabalho solo "Enquanto as coisas não se completam", produzido em Porto Alegre com o financiamento do Prêmio Klauss Vianna FUNARTE (2014), conquistou o Prêmio Açorianos de Dança na categoria de melhor bailarino em 2016. Com o solo participou de diversos festivais, como o FIDEBA (Festival Internacional de Danza Emergente de Buenos Aires), 12º Palco Giratório (SESC-BR), Festival LODO e Festival Buenos Aires Danza Contemporánea em 2018.

Foi artista residente do Festival Arqueologías del Futuro IV (2017), onde apresentou "Lo que las personas miran más es la cara", que também foi destaque nas residências Proximidades Expositivas de Casa Sofia (2017) e Plataforma LODO en MARTE (2018, Club Cultural Matienzo).

Desde 2010, em Buenos Aires, colaborou, criou e atuou em obras como "Norma Y Regula" e "Común" (2018 e 2019) de Federice Moreno Vieyra, "Under the si" (2013) de Luis Garay e Diego Bianchi, "Todo lo otro solo ha sido un pretexto" (2014) e "In a Landscape" (2108) de Emanuel Ludueña, e "Suspensión de la incredulidad" de Diego Bianchi (2015), bem como "Aggregate" (2018) de Alexandra Piricci no Art Basel Cities, entre outras.

Recebeu o Prêmio Klauss Vianna de Dança em 2007, 2008 e 2009 para criar e produzir peças como "Instruções para abrir o corpo em caso de emergência", "Instruções]desdobramento" em parceria com Alexandra Dias e Tatiana da Rosa, e "Pequenas ações terroristas" com Heloisa Gravina e Daniela Boff. Com a Bolsa Funarte de Residências em Artes Cênicas em 2010, iniciou seus estudos na Técnica Alexander e desenvolveu o solo "Sonny" (POA, 2011). Através da Bolsa Interações Estéticas - Funarte (2012), ele conduziu o projeto "Corpo como cruzamento de intensidades - Residência no Ponto de Cultura da Escola Nômade de Filosofia" em São Paulo/SP. Em 2013, ganhou o Concurso Décio Freitas (Fumproarte/Porto Alegre) para prosseguir seus estudos na Técnica Alexander, e em 2014, recebeu o Edital Conexão Cultura Brasil do Ministério da Cultura (MINC) para a pesquisa "Criação de procedimentos para um bailarino somático".

Desde 1998, Capeletti colabora com diversos artistas de dança, teatro e artes visuais de Porto Alegre, incluindo Tatiana da Rosa, Marina Camargo, João de Ricardo, Roberto Birindelli, Heloisa Gravina, Cibele Sastre, Alexandra Dias, Daniela Boff, entre outros

MICHEL CAPELETTI

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